Saúde registra 46 casos confirmados de varíola dos macacos em MT

A Secretaria de Estado da Saúde atualizou, nesta terça-feira (13), a situação epidemiológica em relação aos casos do monkeypox vírus – também conhecido como varíola dos macacos – em Mato Grosso.

Até o momento, a Vigilância em Saúde notificou 131 casos da doença no Estado, sendo 40 deles em Cuiabá. Desse total, 46 casos foram confirmados, sendo 27 registrados em Cuiabá.

Os demais casos foram confirmados em Várzea Grande (8), Tangará da Serra (3), Campo Novo do Parecis (3), Barra do Garças (2), Rondonópolis (1), Nova Xavantina (1) e Sorriso (1).

As demais notificações de casos foram registradas em Várzea Grande (20), Campo Novo do Parecis (13), Tangará da Serra (8), Sinop (8), Barra do Garças (6), Rondonópolis (5), Sorriso (4), Lucas do Rio Verde (3), Porto Esperidião (3), Cáceres (2), Nova Mutum (2), Araputanga (1), Campos de Júlio (1), Comodoro (1), Diamantino (1), Itiquira (1), Mirassol D’Oeste (1), Nossa Senhora do Livramento (1), Nova Ubiratã (1), Paranaíta (1), Peixoto de Azevedo (1), Pontes e Lacerda (1), Sapezal (1) e Tapurah (1).

A média de idade dos pacientes com o vírus é de 28 anos, segundo o levantamento.

A situação epidemiológica éi atualiza de segunda a sexta-feira e divulgada no site da Secretaria de Saúde.

ATENÇÃO – A Vigilância Sanitária observa que é importante que pessoas que tiveram contato com casos positivos fiquem atentos a sintomas como febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, ínguas, calafrios e cansaço em excesso.

Até três dias após o aparecimento da febre, começam a surgir as lesões na pele, geralmente começando no rosto e se espalhando para outras partes do corpo.

Na fase final, na lesão há uma crosta. Em caso de suspeita, a pessoa deve procurar ajuda médica e realizar isolamento imediato.

TRANSMISSÃO –  A principal forma de transmissão da doença é por meio de relação sexual, mas não é a única.

Ela ocorre quando uma pessoa entra em contato com o vírus,  podendo ser através do contato com animal doente, materiais ou humanos contaminados.

A transmissão entre humanos pode ocorrer por secreções respiratórias (gotículas), através de lesão na pele (mesmo que não seja visível), por meio de objetos recentemente contaminados e por meio de fluidos corporais e secreções das membranas mucosas (olhos, nariz ou boca).

Pessoas que apresentarem sintomas devem procurar atendimento médico e informar se tiveram contato com animal ou humano doente ou material contaminado ou viagem para o exterior no último mês antes do início dos sintomas.

Importante ressaltar que animais sadios não transmitem a doença.

Walney Rosa
Jornalista, produtor cultural e escritor. Walney de Souza Rosa (Vavá Rosa) presta assessoria e escreve para sites de Mato Grosso e de todo o Brasil. Seus artigos literários e culturais já foram publicados em jornais da Europa, Canadá e Estados Unidos. Idealizador e Fundador em 21 de janeiro de 2011 da Academia Lítero-Cultural Pantaneira, que compõe escritores, poetas, músicos e defensores da cultura pantaneira (com sede em Poconé) Entre obras já publicadas: A fé e o fuzil (A história de Doninha do Caeté); Boca da Noite (Ficção policial); Ei amigo (A história do Lambadão de Poconé).

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