POCONÉ: Vereadora Jossielma manifesta sobre o pantanal e meio ambiente

A Vereadora Jossielma Silva (PTB) da cidade de Poconé no estado de Mato Grosso, conseguiu no início de agosto aprovação por unanimidade do Plenário Legislativo para uma de suas INDICAÇÕES que manifestava preocupação com o pantanal e o meio ambiente.

“Vivendo em Poconé, cidade pantaneira, é importante manifestar nossos cuidados como parlamentar com o meio ambiente, tendo em vista a passagem do Dia da árvore celebrado em 21 de setembro e o Dia do Parque Nacional do Pantanal em 24 de Setembro”, declarou Jossielma a reportagem do MTTotal.

Sobre a INDICAÇÃO, o documento foi encaminhado às autoridades: Ataíl Marques do Amaral, Prefeito Municipal e Danielle Assis Carvalho, Secretária Municipal de Meio Ambiente. Na sugestão de trabalho a vereadora sugeriu que a Secretaria Municipal de Meio Ambiente realizasse ações para comemorar o Dia da árvore celebrado em 21 de setembro e o Dia do Parque Nacional do Pantanal em 24 de Setembro.

“Tendo em vista a importância destas datas a cidade de Poconé deve celebrá-las de forma festiva tendo como organizadora a Prefeitura Municipal que poderá buscar parceiros para realização dos eventos”, defendeu Jossielma.

Por sua vez a prefeitura de Poconé atendeu a solicitação da parlamentar realizando ações pedagógicas nas unidades educacionais.

PARQUE NACIONAL DO PANTANAL MATOGROSSENSE

O Parque Nacional (Parna) do Pantanal Matogrossense foi criado em 1981, pelo Decreto nº 86.392, de 24 de setembro de 1981, com área de 135.000 ha. Seu portão de entrada está localizado no município de Poconé, a 100 km da capital do estado do Mato Grosso, Cuiabá. A sede fica em um platô – a salvo de inundações – e conta com instalações administrativas, como escritórios e residências funcionais, assim como embarcações para transporte de servidores e para as atividades de proteção ambiental, mas não tem Centro de Visitantes.

QUANDO IR

A melhor época para visitação é de maio a setembro, quando chove menos. Nos meses de abril a maio, quando as águas começam a baixar, a observação da fauna torna-se melhor. A época das chuvas inicia-se em outubro e vai até abril, sendo janeiro e fevereiro os meses mais chuvosos. E a partir do mês de dezembro é grande a quantidade de mosquitos, o calor é intenso e a Rodovia Transpantaneira fica praticamente intransitável.

COMO CHEGAR

Para conhecer o Parque Nacional do Pantanal Matogrossense é preciso uma licença especial a título de divulgação, enquanto o parque ainda não se encontra aberto para visitação pública. Pode-se ir de barco, saindo de Porto Jofre, com o acompanhamento de um guia particular e autorização prévia do parque.

Via Aérea: Por via aérea utiliza-se a pista de pouso da Fazenda Acurizal (RPPN/Fundação Ecotrópica), gastando-se uma hora de vôo e 30 minutos de barco. A cidade mais próxima da Unidade de Conservação é Poconé, que fica a 100 km de Cuiabá.

Via Rodoviária: O acesso é feito através da MT-060, partindo de Cuiabá até Poconé, por 100 Km em via asfaltada e continuando pela Rodovia Transpantaneira, não pavimentada, por mais 147 Km até Porto Jofre, às margens do rio Cuiabá.

Via Fluvial: Partindo de Porto Jofre até o parque o acesso é feito apenas por via fluvial, navegando-se por aproximadamente 4h.

INGRESSOS

Não há cobrança de ingresso. Para conhecer o Parque Nacional do Pantanal Matogrossense é preciso uma licença especial a título de divulgação, enquanto o parque ainda não se encontra aberto para visitação pública.

ATRATIVOS

O principal atrativo disponível para visitação é a observação embarcada de animais silvestres e observação de aves coloniais nos ninhais e dormitórios da Baía do Burro.

O QUE FAZER

Caminhadas

Travessias

Observação de fauna

Piquenique nas áreas permitidas

ORIENTAÇÕES

Não é permitido fazer caminhadas ou trilhas, sem autorização. Pesca – mesmo a esportiva -, e caça são rigorosamente proibidas em qualquer época do ano, assim como observação (focagem) noturna de jacarés.

Walney Rosa
Jornalista, produtor cultural e escritor. Walney de Souza Rosa (Vavá Rosa) presta assessoria e escreve para sites de Mato Grosso e de todo o Brasil. Seus artigos literários e culturais já foram publicados em jornais da Europa, Canadá e Estados Unidos. Idealizador e Fundador em 21 de janeiro de 2011 da Academia Lítero-Cultural Pantaneira, que compõe escritores, poetas, músicos e defensores da cultura pantaneira (com sede em Poconé) Entre obras já publicadas: A fé e o fuzil (A história de Doninha do Caeté); Boca da Noite (Ficção policial); Ei amigo (A história do Lambadão de Poconé).

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