Apesar da forte estiagem o Cambará ainda traz colorido ao pantanal

No Mês de Junho e Julho ao atravessarmos a MT Professora Chiquinha, que dá acesso ao Pantanal na região a Porto Cercado em Poconé-MT, podemos apreciar o colorido do Cambará. Uma visão inesquecível.

A vegetação do Pantanal é um mosaico de matas, cerradões, savanas – com espécies como cambará-lixeira, canjiqueira, carandá, etc, neste ano de 2021 não temos os campos banhados em água, tudo está mais seco.

No Pantanal, a partir de junho e julho é comum a florada do Cambará, que nesta ocasião adorna a MT Professora Chiquinha, que liga Poconé a Porto Cercado.

O Cambará apesar de sua predominância no pantanal também existe na Amazônia. A árvore nova é sensível ao fogo, depois cria casca grossa, possui seu tronco reto. Casca usada para xarope contra tosse, febre, bronquite e até pneumonia, quando não há outro recurso no Pantanal, sendo que já foi comprovado que contém princípios ativos medicinais. Madeira usada para escavar a famosa canoa pantaneira e para caibros e porteira de varas.

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Jornalista, produtor cultural e escritor. Walney de Souza Rosa (Vavá Rosa) presta assessoria e escreve para sites de Mato Grosso e de todo o Brasil. Seus artigos literários e culturais já foram publicados em jornais da Europa, Canadá e Estados Unidos. Idealizador e Fundador em 21 de janeiro de 2011 da Academia Lítero-Cultural Pantaneira, que compõe escritores, poetas, músicos e defensores da cultura pantaneira (com sede em Poconé) Entre obras já publicadas: A fé e o fuzil (A história de Doninha do Caeté); Boca da Noite (Ficção policial); Ei amigo (A história do Lambadão de Poconé).

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