Mato-grossenses que participaram das manifestações em Brasília neste domingo (8) e compartilharam fotos em seus perfis nas redes sociais estão sendo expostos em uma página que tem reunido imagens de outros  manifestantes que estiveram nas ocupações. Entre eles está o agrônomo Juliano Antoniolli e a ginecologista Luane Grotta, de Sinop (500 km ao Norte).

O perfil @contragolpebrasil no Instagram tem identificado, desde ontem, os envolvidos  nas denúncias contra a democracia, entre eles o casal da cidade de Sinop.

Outros mato-grossenses acusados de cometeram crimes, gravaram e compartilharam vídeos do momento em seus próprios perfis. Um deles é o produtor rural de Nova Ubiratã (502 km ao Norte) David Brescansin. Na gravação ele diz que levou uma pedrada na cabeça, mas que foram tomados “a casa do chefe, da Justiça também e o Congresso Nacional também”. Além disso convocou mais manifestantes a irem para Brasília reforçar a mobilização. 

Outra que gravou vídeo, este já dentro do Senado, foi Alessandra Faria Rondon. Ela se sentou na cadeira do ex-senador Carlos Fávaro (PSD), a quem chamou de “traidor da pátria, de Mato Grosso”, e também mostrou as cadeiras dos senadores Wellington Fagundes (PL) e Jayme Campos (União). Aos gritos ela diz “só saio daqui a hora que os traidores da pátria estiverem presos”.

Mais um mato-grossense que se gravou durante a invasão foi o pastor Erlindo, de Chapada dos Guimarães. “Depois de muito gás, muita fumaça, muitos olhos ardendo nós estamos subindo a rampa do Congresso, o povo brasileiro tomando a rampa do Congresso”, disse.

O ativista Fabrízio Cisneros Colombo, morador de Cáceres (225 km a oeste de Cuiabá) fez uma live neste domingo (8) enquanto participavas dos atos terroristas.“Vem para cá você que está aí, que estava indeciso, que estava com medo, vem para cá, vamos descer, vamos terminar de tomar tudo que é nosso, vamos tomar o STF, tomamos conta de tudo, você que não veio, vem para cá, traz uma excursão faz uma caravana pede ajuda do empresariado da sua cidade e vem para cá”, disse.

Por: Vinicius Mendes para Gazetadigital.com.br

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Jornalista, produtor cultural e escritor. Walney de Souza Rosa (Vavá Rosa) presta assessoria e escreve para sites de Mato Grosso e de todo o Brasil. Seus artigos literários e culturais já foram publicados em jornais da Europa, Canadá e Estados Unidos. Idealizador e Fundador em 21 de janeiro de 2011 da Academia Lítero-Cultural Pantaneira, que compõe escritores, poetas, músicos e defensores da cultura pantaneira (com sede em Poconé) Entre obras já publicadas: A fé e o fuzil (A história de Doninha do Caeté); Boca da Noite (Ficção policial); Ei amigo (A história do Lambadão de Poconé).

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