Outras três comidas típicas brasileiras ainda entram no ranking de Melhores Pratos Tradicionais do Mundo segundo a TasteAtlas Awards 2022.

Na primeira semana de 2023, foi divulgado o ranking mundial de Melhores Pratos Tradicionais do TasteAtlas Awards 2022, que conta com 100 pratos típicos do mundo inteiro. Para a surpresa de nenhum brasileiro, o ranking mostra uma comida brasileira em 2º lugar, e outros três pratos típicos dentro do top 50. Os quatro pratos são consumidos em quase todo o país.

Carne típica brasileira garante o 2º lugar no ranking mundial de melhores comidas

Não é de hoje que a picanha, o corte de carne bovina mais popular do Brasil, faz sucesso até na gringa. Uma carne macia, com uma capa de gordura que garante sabor e suculência, a picanha é a estrela do churrasco brasileiro, mas também pode ser feita fora da brasa. No forno ou na panela, é difícil encontrar alguém que resista a ela, seja de que lugar do mundo for.

Em primeiro lugar na categoria, ficou o Karē japonês, um prato muito popular em todo o país. Trata-se da versão japonesa do curry indiano, sendo mais grosso e espesso do que o original, além de também ser mais adocicado. Outros pratos típicos brasileiros também entram para o ranking de melhores do mundo

Vaca atolada:

Em 29º lugar entra a vaca atolada, sendo o segundo prato brasileiro mais bem posicionado. O prêmio descreve a iguaria como um prato preparado com costela bovina, alho, cebola, tomate, mandioca, pimenta malagueta e outros ingredientes, onde a carne é cozida depois de marinada, formando um ensopado espesso. Moqueca:

Um prato querido brasileiro, a moqueca chega em 49º lugar. Porém, agora que chega a treta: é a moqueca capixaba ou a moquena baiana? Mas a descrição deixa a entender que é a moqueca baiana que leva o prêmio.

Feijão tropeiro

O último dos quatro pratos brasileiros que aparecem na lista, temos o feijão tropeiro em 50º lugar. O feijão tropeiro, feito na época das longas viagens atravessando o Brasil, é feito com ingredientes que possuem uma durabilidade maior: feijão, carne-seca e farinha de mandioca.

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Jornalista, produtor cultural e escritor. Walney de Souza Rosa (Vavá Rosa) presta assessoria e escreve para sites de Mato Grosso e de todo o Brasil. Seus artigos literários e culturais já foram publicados em jornais da Europa, Canadá e Estados Unidos. Idealizador e Fundador em 21 de janeiro de 2011 da Academia Lítero-Cultural Pantaneira, que compõe escritores, poetas, músicos e defensores da cultura pantaneira (com sede em Poconé) Entre obras já publicadas: A fé e o fuzil (A história de Doninha do Caeté); Boca da Noite (Ficção policial); Ei amigo (A história do Lambadão de Poconé).

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