Você sabia que Chico Gil foi candidato a Vereador em Poconé?

Você sabia que Ivete Sangalo gravou uma música de Lambadão?

Você sabia quem foi o empresário de Poconé citado como patrocinador da Banda Estrela Dalva no programa do Ratinho?

Você sabia que Chico Gil deixou um CD gravado que nunca foi lançado?

Você sabe qual o Lambadão mais conhecido em todo o Brasil?

Essas respostas estão no Livro “Ei, amigo! A História de Chico Gil e o Lambadão de Poconé”.

Lançamento: Próxima quinta-feira 11 de Agosto;

Local: Sesc Poconé;

Horário: 19 horas;

– Coquetel de Recepção;

– Noite de autógrafos e fotos;

– Fala do escritor, ACADEPAN, familiar e representante do Governo do Estado;

SERVIÇO:

Designer e diagramação – Autografia Editora

Revisão – Academia Lítero-Cultural Pantaneira

Informações – Fonte: familiares, amigos, publicações jornalísticas.

Fotos – Jonathan Cruz

Publicação – Autografia Editora

Direitos Reservados ao escritor Walney de Souza Rosa.

Livro Ei, amigo! – a história de Chico Gil e o Lambadão de Poconé.

CONTEMPLADO PELO EDITAL MOVIMENTAR CULTURA Nº 01/2021/SECEL/MT

TERMO DE COMPROMISSO ESPECIAL 248/MOV/2021

PROCESSO Nº: 312183/2021

Governo do Estado de Mato Grosso.

SECEL – Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer.

A obra literária Ei, amigo!, que conta a história de Chico Gil e o Lambadão de Poconé, apresenta uma das manifestações artísticas mais importantes já criadas pela comunidade periférica das cidades do Vale do Pantanal nas últimas décadas.

Independente do seu grau de desenvolvimento tecnológico, tem no ritmo e na dança uma demonstração de estado de espírito, vigor corporal, forma de expressão e comunicação não-verbal que exterioriza sentimentos (alegria, paixão, sensualidade e vida), um modo de lazer e diversão, uma prática corporal que faz bem à saúde física e mental, atividade de sociabilização, uma forma de expressão artística nas letras e na batida musical ou simplesmente uma demonstração estética relacionada à performance cênica ao dançar.

Dos clubes das grandes elites no Mato Grosso ao simples salões de festas de Santo nas periferias e nos sítios, ou nos pequenos clubes populares da região cuiabania e seus vizinhos; a originalidade volta-se para as ruas, tornando-se populares as frases das músicas como “Ei, amigo”, o “Sapatão” ou “ Toque, toque DJ” ou por recente o “WhatsApp”.

Nas ruas evoluem, transformam-se, adequam-se, mesclam-se e separam-se. São absorvidas por outras culturas, associadas a determinados ritmos musicais, as danças “dançam” conforme a música: sincronizam-se de acordo com as batidas, harmonias e melodias de cada povo.

Poconé “embrionou” o Lambadão. A obra escrita por Walney de Souza Rosa, imortal acadêmico ocupante da cadeira nº 01 da Academia Lítero-Cultural Pantaneira apresenta esse fato histórico de forma incontestável, visto aos depoimentos e banco de dados recontados no respectivo livro.

a única forma de vislumbrar o Lambadão de Poconé sem se movimentar, cantar ou dançar será lendo a recomendada obra Ei, amigo! – a história de Chico Gil e o Lambadão de Poconé.

O imortal “Vavá Rosa”…

O nortelandense Walney de Souza Rosa, ainda pequeno, na cidade de Nortelândia no médio-norte de Mato Grosso, não imaginava que lhe seria atribuído tamanha responsabilidade.

Talvez, quando vendia, frutas, salgados e pães pelas ruas da cidade lhe tenha despertado a curiosidade pelas histórias da bucólica terra de Santana e do interior de Mato Grosso. As fofocas, as verdades espalhadas como rastro de pólvora ou os bastidores dos bares na Rua Quintino Bocaiúva e a musicalidade que saía das casas vermelhas do baixo meretrício, onde o pequeno Walney vendia limão para serem consumidos com aguar ardente.

Toda essa vivência de menino próximo à musicalidade e sua experiência adulta como produtor cultural e por vezes cantor fez com que despertasse o interesse pelo “Lambadão de Poconé”; essa dança e gênero musical típicos da região pantaneira de Mato Grosso, abrangendo as cidades do Vale do Pantanal.

Walney conta que o nome preterido tenha surgido a partir de uma entrevista sobre o novo ritmo, ainda sem batismo, lá pelos anos 90, onde alguém declarou: “Lambadão”. A partir dos anos seguintes, porém, com uma maior divulgação da dança e do ritmo fora de seu estado natal, o termo “Lambadão de Mato Grosso” acabou predominando.

Acredita-se que o estilo musical seja uma mistura de outros ritmos, como rasqueado, siriri, e o próprio carimbó, tendo seu batuque tradicional encontrado em várias partes periféricas das cidades avizinhadas de Cuiabá, capital do estado.

Este livro reflete a nossa comunidade, a Poconé, e sua diversidade contada em notas musicais pela sua relevante intelectualidade. Por aqueles que perseveram e têm na alma o ritmo genuinamente regional.

Esta é uma ideia que esteve sempre presente na mesa de trabalho de seu organizador e também escritor Walney de Souza Rosa. Ele se deu conta de deixar um testemunho de sua gente, que em distintos pontos desta região do Vale do Cuiabá fazem e fizeram história com suas apresentações artísticas em forma de música, lazer e entretenimento.

Este trabalho literário é um testemunho artístico e histórico, estético, temporal. É a sensibilidade em notas musicais transportadas para a escrita. É um conjunto de emoções. Um conjunto de verbos, que temos que conjugar entre todos os que de uma forma ou de outra creem na autenticidade dessa gente e de sua vocação para música e a arte.

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Nesta oportunidade, Walney Rosa nos presenteia com mais um trabalho. O livro Ei, amigo! – a história de Chico Gil e o Lambadão de Poconé é fruto de pesquisas, consultas e entrevistas aos cidadãos, familiares, amigos e pessoas do seu convívio. Os textos contados por vários poconeanos de estirpe musical apresentam relatos que retratam com fidelidade as histórias e causos de como surgiu, a origem do Lambadão de Mato Grosso.

Você, leitor, vai se encantar com a forma de narração do escritor e mergulhar na cultura dessa gente que tem muita coisa pra nos contar; com detalhes dos fatos e informações ainda nunca contadas.

Fazendo menção ao seu relevante valor cultural, recomendando a leitura deste livro a todos que buscam o conhecimento acerca da cultura musical vivida e sentida, que faz a identidade do povo de Mato Grosso e a origem do Lambadão.

Walney Rosa

Jornalista, produtor cultural e escritor. Walney de Souza Rosa (Vavá Rosa) presta assessoria e escreve para sites de Mato Grosso e de todo o Brasil. Seus artigos literários e culturais já foram publicados...

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