CUIABÁ: Considerado o pior ataque da Série A

O time do coração de Mato Grosso, o Cuiabá tem dois jogos seguidos fora de casa, nos próximos dias. A intenção é melhorar os resultados e manter-se fora da zona do rebaixamento. O primeiro jogo será amanhã, sábado (10), contra o Inter em Porto Alegre. Já dia 18 (domingo) o Dourado retorna ao Sul para encarar o Athletico-PR, em Curitiba.

O desafio do Cuiabá é grande, tendo em vista que tem o pior ataque entre as 20 equipes que disputam o Campeonato Brasileiro de 2022. O time comandando pelo técnico António Oliveira marcou apenas 17 gols em 25 rodadas disputadas na Série A e tem média de 0,7 tentos anotados por partida.

Gols pró ou gols marcados é o terceiro critério de desempate em caso de igualdade na pontuação no Brasileirão. Antes, é considerado o número de vitórias e saldo de gols.

O último triunfo do Dourado na competição foi contra o Juventude, na Arena Pantanal, no dia 13 de agosto, por 1 a 0. Desde o confronto contra os gaúchos, o Dourado jogou contra Atlético-GO, Santos e São Paulo e empatou os três jogos.

Além de sair apenas com um ponto desses jogos, outro fator em comum é que o auriverde da baixada teve amplo domínio sobre goianos e paulistas, mas tem falhado no último passe e na conclusão das jogadas.

O clube finalizou 56 vezes em direção à meta adversária em 270 minutos jogados – excluindo os acréscimos – e marcou apenas dois gols nesse período. Contra o Santos passou em branco, mas poderia ter saído vitorioso.

As únicas defesas vazadas nesses jogos foram do Atlético-GO e São Paulo, justamente equipes que o Cuiabá atuou com um homem a mais após os adversários terem um jogador expulso.

No jogo contra o time do Morumbi, disputado no último domingo (5) na Arena, o Cuiabá abriu o placar com dois minutos de jogo e teve nos pés de Pepê a bola do 2 a 0, mas o meio desperdiçou.

Antes, contra Atlético-GO e Santos, o cenário foi igual: atacantes do time mato-grossense esbarrando nas defesas e empilhando grandes chances perdidas.

Walney Rosa
Jornalista, produtor cultural e escritor. Walney de Souza Rosa (Vavá Rosa) presta assessoria e escreve para sites de Mato Grosso e de todo o Brasil. Seus artigos literários e culturais já foram publicados em jornais da Europa, Canadá e Estados Unidos. Idealizador e Fundador em 21 de janeiro de 2011 da Academia Lítero-Cultural Pantaneira, que compõe escritores, poetas, músicos e defensores da cultura pantaneira (com sede em Poconé) Entre obras já publicadas: A fé e o fuzil (A história de Doninha do Caeté); Boca da Noite (Ficção policial); Ei amigo (A história do Lambadão de Poconé).

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