A difusão de ações de conscientização, como a declaração do Dia Mundial da Sepse, 13 de setembro, tem o propósito de mobilizar o combate à doença que causa cerca de 240 mil mortes por ano no Brasil, de acordo com publicação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares. A fim de ampliar o debate sobre os principais aspectos da doença no público infantil, assim como a importância do diagnóstico precoce, o ILAS (Instituto Latino-americano de Sepse) realizará nesta terça-feira, 19/09, às 20h, um webinar com os temas “Sepse: porque o reconhecimento precoce é tão importante” e ‟O cenário da sepse pediátrica na América Latina”, voltado a profissionais de saúde.

A incidência da sepse no Brasil é alta. Em 2017, segundo dados publicados na revista The Lancet, foram registrados 420 mil casos em UTIs, com uma letalidade de 55%. Atualmente, são registrados entre 47 milhões e 50 milhões de casos todos os anos, com uma letalidade elevada: 11 milhões de mortos, dos quais 40% em crianças com menos de 5 anos, ou uma morte a cada 2,8 segundos, segundo dados do Global Sepsis Alliance, o que faz da sepse uma prioridade mundial de saúde. 

As especialistas convidadas são a Dra. Flávia Machado, professora associada e chefe do setor de Terapia Intensiva da Disciplina de Terapia Intensiva da Universidade Federal (SP), coordenadora-geral do ILAS e presidente da BRICNET; a Dra. Daniela de Souza, médica com mestrado e doutorado em Medicina Pediátrica pela Universidade de São Paulo, atualmente médica do Hospital Sírio-Libanês e médica da UTIP-HU da Universidade de São Paulo, e presidente do ILAS; e a Dra. Norma Hernandez, diretora-médica da bioMérieux Latam.

O webinar será transmitido ao vivo e terá tradução simultânea em espanhol. Mais informações e inscrições no link: https://bit.ly/3Z4at0o

Nos sites do ILAS é possível encontrar informações, materiais e orientações para as instituições de saúde utilizarem no processo de implementação do protocolo gerenciado de sepse (www.diamundialdasepse.com.br) e também para o público em geral conhecer mais sobre a doença e a reabilitação pós-sepse (https://reabilitasepse.com.br/).

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