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Praia e sol estão entre as principais paixões dos brasileiros, atendidos por mais de 7,4 mil quilômetros de litoral. Porém, é exatamente esse cenário que expõe, em grande parte, a população aos riscos do câncer de pele, especialmente no verão.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o tumor de pele representa 30% dos casos de câncer diagnosticados anualmente no país, que, para o triênio 2023-2025 deverá atingir em torno de 700 mil novos pacientes a cada 12 meses.

“Embora o êxito dos tratamentos alcance bons índices frente a outros tipos de tumor, o câncer de pele precisa de alerta constante, pois o total de mortes pela doença chega a dois mil por ano”, afirma a oncologista Fauzia Naime, da Hemomed Oncologia e Hematologia.

De acordo com a especialista, o tipo não melanoma representa 95% do total dos casos e é mais comum em pessoas brancas, acima de 40 anos. Pessoas negras e crianças raramente são diagnosticadas com o câncer não melanoma, que também apresenta alto percentual de cura, se detectado e tratado precocemente. “Tratamento cirúrgico na maioria dos casos”, informa a médica.

Melanoma

O chamado câncer de pele melanoma origina-se nos melanócitos, pigmentos que dão cor à pele. Nesses casos, o tratamento do melanoma depende de vários fatores que serão avaliados pelo especialista. As principais opções de tratamento são cirurgia, quimioterapia, radioterapia, imunoterapia e terapia-alvo.

Embora seja o de menor incidência na população brasileira, entre 4% e 7%, de acordo com instituições oncológicas, essa variável tem elevado índice de morte: o câncer melanoma chega a 75% dos casos de morte por câncer de pele.

“Com menor ou maior grau de agressividade à saúde, o alerta para a proteção da pele segue pelo ano todo e deve ser intensificado no verão, quando as temperaturas são elevadas e a população tem por hábito a exposição indiscriminada aos raios ultravioletas, especialmente nas regiões Norte e Nordeste”, reforça a doutora Naime.

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