Postado emNotícias Corporativas

Varejo de vizinhança aposta em adegas “de bairro”

O setor de bebidas se manteve firme durante a pandemia. Marcas já estabelecidas aumentaram o lucro, e muitas MPME’s optaram por investir no setor abrindo adegas “de bairro”, mais convenientes, justamente pela maior proximidade do consumidor. E os varejistas desse segmento aproveitaram a utilização do delivery e das vendas on-line para impulsionar o crescimento desse negócio.

De acordo com um levantamento da Neotrust, foi possível ver o faturamento do comércio eletrônico com alimentos e bebidas praticamente triplicar entre 2019 e 2021, passando de R$ 1 bi para R$ 2,8 bi. Mesmo diante do atual cenário de alta da inflação, especialmente em itens como bebidas alcóolicas, levantamento do Sebrae mostrou que houve alta de 13,6% na abertura de negócios de bairro, como minimercados, mercearias e armazéns no Brasil, de 2020 a 2021.

“Para sobreviver durante a pandemia, não houve alternativa para alguns estabelecimentos a não ser a digitalização. Investimento na venda por redes sociais, aplicativos e e-commerces com entregas feitas com delivery foram cruciais para manterem o fôlego. E o que era apenas uma medida de emergência se tornou parte do dia a dia do consumidor, que não quer mais abrir mão dessa conveniência”, afirma Samuel Carvalho, gerente de Mercado de Proximidade na Linx, empresa especialista em tecnologia para o varejo.

Aplicativos como Zé Delivery, por exemplo, consolidaram-se a partir da premissa de entregar bebidas de estabelecimentos próximos ao cliente. “Vários negócios também vão pelo caminho de usar aplicativos próprios. Para adegas de bairro, que costumam ter uma única unidade, pode ser a solução para otimizar o relacionamento com o cliente e oferecer vantagens exclusivas, trabalhando também a marca e a fidelização. Algumas lojas optam por implantarem ferramentas já prontas, que conseguem trazer desde a questão do delivery em si até a criação do app próprio”, comenta Carvalho.

Delivery com frete grátis motiva novas vendas

Ainda segundo o levantamento da Neotrust, o aumento do frete grátis nas entregas foi fator motivador para o crescimento das vendas de alimentos e bebida on-line: em 2021, o serviço foi oferecido por 63% das empresas, enquanto em 2019, apenas 31% utilizavam a modalidade. “Já faz mais de dois anos desde o início da pandemia, então apenas o básico não atrai e retém o cliente. Agora, a expectativa também atinge o varejo de bairro, que precisa se posicionar como um negócio que oferece benefícios e promove, acima de tudo, maior conveniência para quem está comprando”, pontua o executivo.

Com os possíveis impactos no setor de alimentação e bebidas no Brasil, causados pela alta na inflação, as estratégias precisam estar mais bem-definidas do que nunca.  Para o varejista, é o momento de expandir o mix de produtos e de aperfeiçoar frentes do negócio. A diversificação, não necessariamente significa ter mais produtos para a venda, e sim ter os produtos certos e mais buscados por quem compra. “Algumas adegas de bairro, apesar do foco no setor de bebidas, também buscam oferecer outros itens, que variam de produtos de bomboniere até petiscos. É uma maneira de complementar o faturamento e de trazer mais variedade para o cliente. Trazer promoções e descontos progressivos bebidas que já possuem alto giro pode ser uma boa saída para otimizar o lucro do negócio”, finaliza o executivo da Linx.

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Varejo de vizinhança aposta em adegas “de bairro”

O setor de bebidas se manteve firme durante a pandemia. Marcas já estabelecidas aumentaram o lucro, e muitas MPME’s optaram por investir no setor abrindo adegas “de bairro”, mais convenientes, justamente pela maior proximidade do consumidor. E os varejistas desse segmento aproveitaram a utilização do delivery e das vendas on-line para impulsionar o crescimento desse negócio.

De acordo com um levantamento da Neotrust, foi possível ver o faturamento do comércio eletrônico com alimentos e bebidas praticamente triplicar entre 2019 e 2021, passando de R$ 1 bi para R$ 2,8 bi. Mesmo diante do atual cenário de alta da inflação, especialmente em itens como bebidas alcóolicas, levantamento do Sebrae mostrou que houve alta de 13,6% na abertura de negócios de bairro, como minimercados, mercearias e armazéns no Brasil, de 2020 a 2021.

“Para sobreviver durante a pandemia, não houve alternativa para alguns estabelecimentos a não ser a digitalização. Investimento na venda por redes sociais, aplicativos e e-commerces com entregas feitas com delivery foram cruciais para manterem o fôlego. E o que era apenas uma medida de emergência se tornou parte do dia a dia do consumidor, que não quer mais abrir mão dessa conveniência”, afirma Samuel Carvalho, gerente de Mercado de Proximidade na Linx, empresa especialista em tecnologia para o varejo.

Aplicativos como Zé Delivery, por exemplo, consolidaram-se a partir da premissa de entregar bebidas de estabelecimentos próximos ao cliente. “Vários negócios também vão pelo caminho de usar aplicativos próprios. Para adegas de bairro, que costumam ter uma única unidade, pode ser a solução para otimizar o relacionamento com o cliente e oferecer vantagens exclusivas, trabalhando também a marca e a fidelização. Algumas lojas optam por implantarem ferramentas já prontas, que conseguem trazer desde a questão do delivery em si até a criação do app próprio”, comenta Carvalho.

Delivery com frete grátis motiva novas vendas

Ainda segundo o levantamento da Neotrust, o aumento do frete grátis nas entregas foi fator motivador para o crescimento das vendas de alimentos e bebida on-line: em 2021, o serviço foi oferecido por 63% das empresas, enquanto em 2019, apenas 31% utilizavam a modalidade. “Já faz mais de dois anos desde o início da pandemia, então apenas o básico não atrai e retém o cliente. Agora, a expectativa também atinge o varejo de bairro, que precisa se posicionar como um negócio que oferece benefícios e promove, acima de tudo, maior conveniência para quem está comprando”, pontua o executivo.

Com os possíveis impactos no setor de alimentação e bebidas no Brasil, causados pela alta na inflação, as estratégias precisam estar mais bem-definidas do que nunca.  Para o varejista, é o momento de expandir o mix de produtos e de aperfeiçoar frentes do negócio. A diversificação, não necessariamente significa ter mais produtos para a venda, e sim ter os produtos certos e mais buscados por quem compra. “Algumas adegas de bairro, apesar do foco no setor de bebidas, também buscam oferecer outros itens, que variam de produtos de bomboniere até petiscos. É uma maneira de complementar o faturamento e de trazer mais variedade para o cliente. Trazer promoções e descontos progressivos bebidas que já possuem alto giro pode ser uma boa saída para otimizar o lucro do negócio”, finaliza o executivo da Linx.