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As circunstâncias em torno da pandemia de Covid-19 desempenharam um fator-chave para a digitalização da economia brasileira. É o que mostra um estudo divulgado pela Brasscom (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais). Segundo a entidade, a demanda por profissionais nas áreas de software, serviços de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) e TI In-House (Tecnologia da Informação Interna) no Brasil deve chegar a 797 mil vagas nos próximos três anos.

Nesse panorama, cresce o interesse de profissionais e empresas em torno do setor.  Cristina Boner, presidente do conselho fiscal do grupo Drexell, explica que o cloud computing, ou computação na nuvem, é um dos principais setores do mercado de TI.

“O cloud computing é uma opção de armazenamento que está cada vez mais popular entre as empresas. Com ele, é possível usar um servidor para guardar arquivos comerciais ou pessoais, por meio de uma conexão com a internet”, afirma.

Bonner também chama a atenção para a tecnologia do blockchain, que possui relação direta com o mercado financeiro e envolve transações de dinheiro virtual ou criptomoedas através de um sistema criptografado e considerado seguro. O Bitcoin é a criptomoeda mais famosa.

Além disso, prossegue, vale citar o e-learning, ou educação a distância: “O mercado da informática está vivendo uma crescente absoluta e notável no Brasil. O setor emprega cerca de 1,3 milhões de profissionais na área, além da demanda por trabalho, que também é extensa, com a perspectiva de criação de novas tendências tecnológicas”.

Déficit de profissionais é entrave para o setor

Quando questionada a respeito da atual mão de obra no Brasil para o mercado de TI, a empresária confirma que faltam profissionais qualificados para o setor: “As empresas reclamam da escassez de profissionais capacitados para funções específicas. A criação de cargos cada vez mais específicos, o uso de equipamentos ultramodernos e a globalização dos negócios intensificaram o problema de mão de obra nas empresas”

Para Boner, a questão da mão de obra se tornou um gargalo no Brasil, sem previsão de melhora a curto e médio prazos. Com efeito, dados da Brasscom também demonstram o déficit de profissionais de TI. 

Segundo o balanço, os cursos presenciais e EaD (Ensino a Distância) de licenciatura, bacharelado e tecnológico em TI e comunicação ofertados no Brasil formam 53 mil pessoas por ano. O número corresponde a apenas um terço da demanda estimada de 159 mil vagas até 2025 – o que representa uma carência de meio milhão de profissionais.

Na perspectiva da presidente do conselho fiscal do grupo Drexell, uma das alternativas para o mercado de TI é a educação. “Dizem que as escolas e universidades não preparam os alunos para as demandas do mercado, não ensinam as habilidades necessárias”, pontua. “Assim, a solução para uma empresa é qualificar o profissional para a necessidade específica que ela busca”, afirma.

Para mais informações, basta acessar: https://cristinaboner.com.br/

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