Postado emNotícias Corporativas

Participação feminina no mercado de tecnologia ainda é baixa

O mercado de tecnologia está em crescimento e continuamente procurando mais profissionais: segundo estudo da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom) divulgado em dezembro do ano passado, estima que a demanda da área de TI seja de 797 mil vagas no Brasil até 2025. Porém, esse mercado ainda é predominantemente masculino, e a disparidade de gênero é bem alta. Em 2020, o Brasil empregava 867 mil pessoas no setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC), sendo 63% homens e 37% mulheres, de acordo com a Brasscom.

Apesar do cenário não parecer favorável, as mulheres estão ganhando cada vez mais espaço no mercado de tecnologia. Segundo análise do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a participação feminina nesse mercado cresceu 60% nos últimos 5 anos.

Patricia Batagello, Diretora de Plataformas Digitais na Inmetrics e cocriadora da entidade TheFemTech, comenta que a busca por mulheres na área de TI é bem importante para o setor, pois ter times diversificados faz com que as equipes tenham visões diferentes de resolução de problemas. “A equidade é ter diversos ângulos de visão sobre um problema. Isso traz benefícios para o time, porque você tem diferentes pessoas, com diferentes visões, olhando para um mesmo problema e que vão chegar a soluções diferentes. Você ter um time plural é saber entregar a melhor solução para o cliente.”

Por isso, é importante que as empresas criem iniciativas que incentivem e abram espaço para que as mulheres consigam fazer parte do universo de tecnologia, como é o caso do Tech Ladies, programa da Inmetrics que visa incluir e dar oportunidade para mulheres que desejam seguir carreira ou que estão transitando para a área de TI. 

Apesar da participação feminina estar crescendo no mercado de tecnologia, os homens ainda são a maioria

A disparidade de gênero dentro da área de tecnologia atinge tanto os cargos mais altos quanto os mais baixos. De acordo com o estudo da Brasscom, os homens ocupam 67% das posições mais altas, como as de gerência e diretoria, enquanto as mulheres apenas 33%. 

Segundo Mayara Dariolli, Gerente de Recrutamento e Seleções na Inmetrics, é muito importante lançar oportunidades afirmativas para as mulheres, principalmente em um cenário majoritariamente masculino, para que elas se empoderem e sintam-se protagonistas de suas carreiras. “Programas voltados para a inclusão fazem a diferença na sociedade. Por isso, é bem importante olhar principalmente para quem está em início de carreira, seja porque é a primeira oportunidade profissional ou porque está migrando para o mercado de tecnologia. Há muitas profissionais que estão à procura de oportunidades de crescimento e com vontade de aprender na prática.”  

Mais diversidade nos ambientes de trabalho gera mais inovação e melhores soluções que, consequentemente, fazem com que as empresas tenham um desempenho mais assertivo, sejam mais lucrativas e cresçam em ritmo acelerado.

Para mais informações, basta acessar: https://inmetrics.com.br/

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Participação feminina no mercado de tecnologia ainda é baixa

O mercado de tecnologia está em crescimento e continuamente procurando mais profissionais: segundo estudo da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom) divulgado em dezembro do ano passado, estima que a demanda da área de TI seja de 797 mil vagas no Brasil até 2025. Porém, esse mercado ainda é predominantemente masculino, e a disparidade de gênero é bem alta. Em 2020, o Brasil empregava 867 mil pessoas no setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC), sendo 63% homens e 37% mulheres, de acordo com a Brasscom.

Apesar do cenário não parecer favorável, as mulheres estão ganhando cada vez mais espaço no mercado de tecnologia. Segundo análise do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a participação feminina nesse mercado cresceu 60% nos últimos 5 anos.

Patricia Batagello, Diretora de Plataformas Digitais na Inmetrics e cocriadora da entidade TheFemTech, comenta que a busca por mulheres na área de TI é bem importante para o setor, pois ter times diversificados faz com que as equipes tenham visões diferentes de resolução de problemas. “A equidade é ter diversos ângulos de visão sobre um problema. Isso traz benefícios para o time, porque você tem diferentes pessoas, com diferentes visões, olhando para um mesmo problema e que vão chegar a soluções diferentes. Você ter um time plural é saber entregar a melhor solução para o cliente.”

Por isso, é importante que as empresas criem iniciativas que incentivem e abram espaço para que as mulheres consigam fazer parte do universo de tecnologia, como é o caso do Tech Ladies, programa da Inmetrics que visa incluir e dar oportunidade para mulheres que desejam seguir carreira ou que estão transitando para a área de TI. 

Apesar da participação feminina estar crescendo no mercado de tecnologia, os homens ainda são a maioria

A disparidade de gênero dentro da área de tecnologia atinge tanto os cargos mais altos quanto os mais baixos. De acordo com o estudo da Brasscom, os homens ocupam 67% das posições mais altas, como as de gerência e diretoria, enquanto as mulheres apenas 33%. 

Segundo Mayara Dariolli, Gerente de Recrutamento e Seleções na Inmetrics, é muito importante lançar oportunidades afirmativas para as mulheres, principalmente em um cenário majoritariamente masculino, para que elas se empoderem e sintam-se protagonistas de suas carreiras. “Programas voltados para a inclusão fazem a diferença na sociedade. Por isso, é bem importante olhar principalmente para quem está em início de carreira, seja porque é a primeira oportunidade profissional ou porque está migrando para o mercado de tecnologia. Há muitas profissionais que estão à procura de oportunidades de crescimento e com vontade de aprender na prática.”  

Mais diversidade nos ambientes de trabalho gera mais inovação e melhores soluções que, consequentemente, fazem com que as empresas tenham um desempenho mais assertivo, sejam mais lucrativas e cresçam em ritmo acelerado.

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Participação feminina no mercado de tecnologia ainda é baixa

O mercado de tecnologia está em crescimento e continuamente procurando mais profissionais: segundo estudo da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom) divulgado em dezembro do ano passado, estima que a demanda da área de TI seja de 797 mil vagas no Brasil até 2025. Porém, esse mercado ainda é predominantemente masculino, e a disparidade de gênero é bem alta. Em 2020, o Brasil empregava 867 mil pessoas no setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC), sendo 63% homens e 37% mulheres, de acordo com a Brasscom.

Apesar do cenário não parecer favorável, as mulheres estão ganhando cada vez mais espaço no mercado de tecnologia. Segundo análise do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a participação feminina nesse mercado cresceu 60% nos últimos 5 anos.

Patricia Batagello, Diretora de Plataformas Digitais na Inmetrics e cocriadora da entidade TheFemTech, comenta que a busca por mulheres na área de TI é bem importante para o setor, pois ter times diversificados faz com que as equipes tenham visões diferentes de resolução de problemas. “A equidade é ter diversos ângulos de visão sobre um problema. Isso traz benefícios para o time, porque você tem diferentes pessoas, com diferentes visões, olhando para um mesmo problema e que vão chegar a soluções diferentes. Você ter um time plural é saber entregar a melhor solução para o cliente.”

Por isso, é importante que as empresas criem iniciativas que incentivem e abram espaço para que as mulheres consigam fazer parte do universo de tecnologia, como é o caso do Tech Ladies, programa da Inmetrics que visa incluir e dar oportunidade para mulheres que desejam seguir carreira ou que estão transitando para a área de TI. 

Apesar da participação feminina estar crescendo no mercado de tecnologia, os homens ainda são a maioria

A disparidade de gênero dentro da área de tecnologia atinge tanto os cargos mais altos quanto os mais baixos. De acordo com o estudo da Brasscom, os homens ocupam 67% das posições mais altas, como as de gerência e diretoria, enquanto as mulheres apenas 33%. 

Segundo Mayara Dariolli, Gerente de Recrutamento e Seleções na Inmetrics, é muito importante lançar oportunidades afirmativas para as mulheres, principalmente em um cenário majoritariamente masculino, para que elas se empoderem e sintam-se protagonistas de suas carreiras. “Programas voltados para a inclusão fazem a diferença na sociedade. Por isso, é bem importante olhar principalmente para quem está em início de carreira, seja porque é a primeira oportunidade profissional ou porque está migrando para o mercado de tecnologia. Há muitas profissionais que estão à procura de oportunidades de crescimento e com vontade de aprender na prática.”  

Mais diversidade nos ambientes de trabalho gera mais inovação e melhores soluções que, consequentemente, fazem com que as empresas tenham um desempenho mais assertivo, sejam mais lucrativas e cresçam em ritmo acelerado.

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Participação feminina no mercado de tecnologia ainda é baixa

O mercado de tecnologia está em crescimento e continuamente procurando mais profissionais: segundo estudo da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom) divulgado em dezembro do ano passado, estima que a demanda da área de TI seja de 797 mil vagas no Brasil até 2025. Porém, esse mercado ainda é predominantemente masculino, e a disparidade de gênero é bem alta. Em 2020, o Brasil empregava 867 mil pessoas no setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC), sendo 63% homens e 37% mulheres, de acordo com a Brasscom.

Apesar do cenário não parecer favorável, as mulheres estão ganhando cada vez mais espaço no mercado de tecnologia. Segundo análise do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a participação feminina nesse mercado cresceu 60% nos últimos 5 anos.

Patricia Batagello, Diretora de Plataformas Digitais na Inmetrics e cocriadora da entidade TheFemTech, comenta que a busca por mulheres na área de TI é bem importante para o setor, pois ter times diversificados faz com que as equipes tenham visões diferentes de resolução de problemas. “A equidade é ter diversos ângulos de visão sobre um problema. Isso traz benefícios para o time, porque você tem diferentes pessoas, com diferentes visões, olhando para um mesmo problema e que vão chegar a soluções diferentes. Você ter um time plural é saber entregar a melhor solução para o cliente.”

Por isso, é importante que as empresas criem iniciativas que incentivem e abram espaço para que as mulheres consigam fazer parte do universo de tecnologia, como é o caso do Tech Ladies, programa da Inmetrics que visa incluir e dar oportunidade para mulheres que desejam seguir carreira ou que estão transitando para a área de TI. 

Apesar da participação feminina estar crescendo no mercado de tecnologia, os homens ainda são a maioria

A disparidade de gênero dentro da área de tecnologia atinge tanto os cargos mais altos quanto os mais baixos. De acordo com o estudo da Brasscom, os homens ocupam 67% das posições mais altas, como as de gerência e diretoria, enquanto as mulheres apenas 33%. 

Segundo Mayara Dariolli, Gerente de Recrutamento e Seleções na Inmetrics, é muito importante lançar oportunidades afirmativas para as mulheres, principalmente em um cenário majoritariamente masculino, para que elas se empoderem e sintam-se protagonistas de suas carreiras. “Programas voltados para a inclusão fazem a diferença na sociedade. Por isso, é bem importante olhar principalmente para quem está em início de carreira, seja porque é a primeira oportunidade profissional ou porque está migrando para o mercado de tecnologia. Há muitas profissionais que estão à procura de oportunidades de crescimento e com vontade de aprender na prática.”  

Mais diversidade nos ambientes de trabalho gera mais inovação e melhores soluções que, consequentemente, fazem com que as empresas tenham um desempenho mais assertivo, sejam mais lucrativas e cresçam em ritmo acelerado.

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