Postado emNotícias Corporativas

Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

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Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

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Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

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A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

Postado emNotícias Corporativas

Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

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Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

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O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

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Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

Postado emNotícias Corporativas

Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

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Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

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Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

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Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

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A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

Postado emNotícias Corporativas

Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

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“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

Postado emNotícias Corporativas

Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

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Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

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A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

Postado emNotícias Corporativas

Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

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“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

Postado emSem categoria

Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

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Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

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O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

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Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

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“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

Postado emSem categoria

Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

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Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

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O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

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Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

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“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

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Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

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“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

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Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

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O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

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Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

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Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

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O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

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Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

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“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

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“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.e-leiloeiro.com.br/

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

A iniciativa da Aleoesp  e InnLei surge em um momento em que os golpes de leilões falsos ganham os domínios da internet brasileira. Em 2020, mais de 52 mil brasileiros tiveram contato com falsos sites de leilões, segundo pesquisadores do dfndr lab, laboratório de pesquisas em segurança cibernética da empresa brasileira PSafe. De acordo com o grupo, foram detectados 819 domínios maliciosos no período.

Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

Sobre o trabalho de organização da lista de leilões falsos nos sites das organizações oficiais, De Paula explica que, em primeiro lugar, as entidades recebem as denúncias – que podem ser anônimas – via canais de atendimento.

“Em seguida, elas [organizações] averiguam o site informado e, se comprovada a denúncia, disponibilizam o site golpista para consulta”, explica. “O processo é colaborativo e deve ser assim. As denúncias dependem da parceria da sociedade com o trabalho das organizações na verificação de cada queixa”.

Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

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Organizações criam meios para alertar sobre leilões falsos

Em uma parceria conjunta, a Aleoesp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo) e o InnLei (Instituto Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia) criaram plataformas que procuram informar, de forma atualizada, sites falsos que aplicam golpes no Brasil. Os canais de denúncias contam com a participação de vítimas que podem relatar os crimes sofridos.

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Para Anderson Lopes de Paula, leiloeiro oficial de leilões judiciais e extrajudiciais, a ação pode evitar que mais pessoas caiam em golpes do tipo e contribuir para que, com o maior número de denúncias, seja possível chamar a atenção das autoridades em tratar estes crimes com o rigor necessário. 

“O sucesso das plataformas depende da participação ativa dos brasileiros, que devem reportar as denúncias, prestando máxima atenção à ação de golpistas. Neste sentido, o compartilhamento de informações corretas sobre o tema é essencial”, afirma.

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Leiloeiro explica como não cair em golpes

Segundo o leiloeiro oficial, os leilões, sejam em formatos tradicionais, digitais ou híbridos – on-line e off-line – ganharam força durante a pandemia de Covid 19, quando muitos brasileiros buscaram entender e encontraram um caminho de investir seu dinheiro, comprar um carro ou o imóvel e, até mesmo, outros bens que estejam disponíveis nos eventos.

“O leilão e as tecnologias se integraram muito bem. Ainda assim, infelizmente, a modalidade tem sido vítima dos crimes cibernéticos, onde criminosos encontraram uma brecha fácil de enganar pessoas, motivo pelo qual é necessário ter atenção redobrada, especialmente para atividades digitais”, pontua.

Extensões duvidosas

Para De Paula, o primeiro cuidado a ser observado diz respeito a endereços com extensões “.com” e “.com/br” que, em grande maioria, são sites falsos de leilão. “É comum que o site falso utilize o nome de uma empresa para dar credibilidade e impressão de falsa segurança, já que, culturalmente, nos sentimos mais seguros em negociar quando há um CNPJ envolvido. Contudo, não se engane, se o leilão é falso, a empresa também será”.

Uso indevido do nome de leiloeiros

O especialista destaca que o fato de uma página exibir o nome de um leiloeiro não significa que este seja o responsável. Ocorre que o nome do leiloeiro oficial fica exposto em documentos, sites e várias Instituições. 

“Por ser encontrado facilmente na web, os criminosos se utilizam do nome dos leiloeiros para aplicar golpes, o que torna fácil a utilização criminosa, configurando crime de falsidade ideológica. Por isso, desconfie sempre e entre em contato com o leiloeiro em questão antes de se cadastrar para participar de qualquer evento”.

Edital merece atenção

De Paula explica que todo leilão deve ter um edital bem escrito e conter, dentre as regras de funcionamento, informações precisas sobre o evento, com data, horário, local e nome do leiloeiro responsável. “Ainda assim, deve-se consultar o nome do leiloeiro nas Juntas Comerciais do estados para saber as informações e tirar suas dúvidas”.

O leiloeiro oficial conclui que, além das plataformas criadas pelas organizações oficiais, há uma série de pontos que podem ser observados para se precaver de golpes. “Precisamos dar voz às organizações e chamar a atenção das autoridades, instituições de segurança pública e de tecnologia e iniciativas privadas. Assim, unimos forças para combater estes crimes em defesa da sociedade e dos leilões”.

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