Especializada em cibersegurança e idealizadora do modelo de avaliação de comprometimento contínuo – Continuous Compromise Assessment™-, a Lumu Technologies acaba de iniciar sua operação no Brasil. Com sede em Miami, nos Estados Unidos, e escritórios em Bogotá, na Colômbia, a empresa projeta transformar o país em um de seus principais mercados na América Latina.

Sob o comando de Germán Patiño, vice-presidente de vendas da organização para a América Latina, e Jorge Alves, gerente de desenvolvimento de negócios para o Brasil, a estratégia local da Lumu Technologies se concentra inicialmente na consolidação de parcerias com revendas de TI para a comercialização de soluções que identificam ciberataques em tempo real e que mudam o conceito de segurança convencional, assumindo que a rede já está comprometida e que o contrário é que deve ser comprovado.

“No ano passado, a Lumu cresceu 336% na América Latina, e nosso objetivo é fazer com que esse resultado seja impulsionado ainda mais pelo Brasil, um dos maiores alvos de ataques cibernéticos do mundo”, afirma Patiño.

“Nesse cenário, o investimento em segurança por parte das empresas brasileiras tem sido cada vez maior e, consequentemente, a demanda por novas tecnologias e soluções aumentou expressivamente. É justamente para atender a essa necessidade de organizações de todos os setores que a Lumu inicia suas atividades no país”, completa.

De acordo com a empresa, entre os segmentos que mais têm exigido proteção no Brasil estão o financeiro e o de saúde. “Isso porque são mercados que necessitam de certa conformidade, contam com regulações e têm sido alvos preferenciais de ataques globalmente. Em relação ao setor de saúde é importante assinalar ainda que, por causa da pandemia, tornou-se um dos mais afetados por tentativas de ataques. E, por lidar com dados confidenciais dos pacientes, requer uma estratégia de segurança robusta”, pontua o executivo.

Com mais de 2,200 clientes em todo o mundo, a Lumu oferece ao mercado o Continuous Compromise Assessment™, solução baseada em nuvem que coleta e padroniza metadados de toda a rede, incluindo resolução de DNS, fluxos de rede, logs de acesso de proxy e/ou firewall e filtros de caixa de spam para, em seguida, aplicar Inteligência Artificial, a fim de correlacionar ameaças dessas fontes de dados suspeitas e isolar pontos confirmados de comprometimento.

Fundada pelo líder de segurança cibernética Ricardo Villadiego em 2016, a Lumu recebeu em março passado aporte de US$ 7,5 milhões do SoftBank e da Panoramic Ventures para impulsionar iniciativas de vendas, marketing, pesquisa e desenvolvimento.