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Os dois séculos desde a independência do Brasil marcam não apenas o ponto de partida para a estruturação da república e sua soberania, como também os desdobramentos políticos, culturais, sociais e econômicos nos anos decorrentes. Desde o surgimento das primeiras instituições, passando pela elaboração da Constituição, os impactos de avanços tecnológicos e relações internacionais, muito há para se analisar e constatar sobre o acontecimento que resultou no nascimento de uma nação.

Compreender os impactos da independência pela perspectiva multidisciplinar é o que instigou intelectuais de várias áreas a promoverem ações e estudos acerca dos desdobramentos constatados ao longo dos anos. Exemplos como o jornalista Merval Pereira, presidente da ABL, e o sanitarista Gonzalo Vecina, reforçam a produção intelectual e permitem maior acesso às informações coletadas. Os dois nomes citados integram neste momento, a propósito, um debate sobre os 200 anos desde a independência em 15 de dezembro, no Recife, junto de outros especialistas.

O evento, que teve início hoje às 16h, tem como principal ponto de análise as informações contidas no livro “200 anos de independência do Brasil- Das margens do Ipiranga à margem da sociedade”, organizado pelo INAC- Instituto Não Aceito Corrupção e o MPD- Movimento do Ministério Público Democrático.

Uma independência, vários olhares

Educação, saúde pública, cultura, jornalismo, política e relações raciais são alguns dos tópicos que compõem polifonia da obra e, consequentemente, das discussões a respeito de suas constatações. Na lista de nomes que contribuem com o título também se atesta a multidisciplinaridade do tema. Confirma-se, assim, o quanto os 200 anos desde a independência são campo vasto para estudos e pesquisas, inclusive com foco no presente.

Paulo Afonso, por exemplo, escreveu sobre Direitos da Infância. Já Ricardo Prado abordou Direitos Humanos. Idealizador do SUS e ANVISA no Brasil, Gonzalo Vecina, fez um retrospecto da saúde enquanto o ex-ministro Renato Janine – e hoje presidente da SBPC – analisou a educação.

Na esfera política, Roberto Livianu e Rita Biason trataram da corrupção e seu desenvolvimento com o passar do tempo e alternâncias de poder. Relações internacionais também ganham espaço no debate e na obra com as contribuições do ex-embaixador nos EUA, Rubens Barbosa.

Quanto à mídia, o já citado Merval Pereira inclui o jornalismo e a comunicação como tópicos indispensáveis. Complementa a diversidade de perspectivas Irapuã Santana, presidente da Comissão de Igualdade Racial da OAB, Irapuã Santana, responsável por tratar de racismo e outros temas.

Debater para ampliar o saber

O evento conta ainda com um debate, agora, às 16h00, mediado pelo jornalista e comentarista político, Aldo Villela. Participam Roberto Livianu, presidente do INAC; Ricardo Prado, presidente do MPD; Leon Victor, professor doutor em ciência política e pesquisador; Bianca S.A. Barroso, promotora de justiça do MPPE e coordenadora do Núcleo de Apoio à Mulher do MPPE; Ernani Carvalho, doutor em ciências políticas; Adriana Rocha, professora de direito constitucional; e Tadeu Alencar, procurador da Fazenda nacional e deputado federal.

Após o debate, os autores seguirão com uma sessão de autógrafos para o público. O livro “200 anos de independência do Brasil- Das margens do Ipiranga à margem da sociedade” teve a coordenação realizada pelo procurador de justiça criminal do Ministério Público de SP e presidente do INAC, Roberto Livianu, e da professora de Ciência Política da UNESP, Rita Biason.

Serviço

AMPPE- Associação do Ministério Público de Pernambuco- Rua Benfica 810- Madalena, Recife-PE.

Dia 15/12/22- das 16h00 às 20h00

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