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As redes sociais são excelentes canais para que advogados possam marcar presença na internet e usufruir do marketing jurídico. Porém, os profissionais de Direito ainda são proibidos de realizarem propagandas diretas de seus serviços para captar novos clientes, por isso, muitas pessoas ficam receosas e acabam desistindo do uso das redes sociais.

A aplicação do marketing para esse ramo já foi uma atividade muito mais limitada, no entanto, o Conselho Federal da OAB liberou, em julho de 2021, o impulsionamento de conteúdos jurídicos nas redes sociais, além de autorizar a participação de advogados em transmissões ao vivo, as famosas “lives”, bem como o uso de ferramentas como chatbots e WhatsApp para atendimentos. 

O que muitos profissionais não sabem é que, apesar de a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) impor diversas regras para o uso das ferramentas digitais, não há proibição para o marketing jurídico, que deve ser aplicado para fins educativos, atraindo os usuários das redes sociais e potenciais clientes com conteúdos interessantes. 

No entanto, quando tentam marcar presença nas plataformas, além da dúvida sobre o que é permitido em uma estratégia de marketing para advogados, os profissionais também enfrentam um grande problema: a falta de tempo para planejar e compartilhar os conteúdos em seus perfis. 

É justamente nesse momento que entra uma grande novidade do mercado: as ferramentas que garantem automação e qualidade na hora de planejar um roteiro de conteúdo estratégico para ser aplicado nas redes sociais, garantindo uma boa linha editorial, periodicidade e interação. 

Segundo especialistas, essa ideia se encaixa perfeitamente para escritórios de advocacia, tendo em vista que nem sempre é fácil chegar até os clientes certos, mas eles podem encontrar serviços de advocacia através das redes sociais, sem que nenhuma regra da OAB seja ultrapassada. Para isso, basta reunir conhecimento, informações de qualidade e dedicação.

Através dos conteúdos educativos para advogados nas redes sociais é possível transmitir autoridade no assunto e confiança para quem precisa de serviços jurídicos.

Algumas das proibições para o marketing para advogados nas redes sociais incluem:

  • Referência direta ou indireta sobre valores de honorários, formas de pagamento, descontos ou reduções de preços como meio de captar clientes;
  • Anúncio de especialidades para as quais o profissional não possua título certificado ou especialização notória;
  • Divulgação de dados que possam induzir ao erro ou causar danos aos clientes;
  • Uso de expressões altamente persuasivas ou de autoengrandecimento, como, por exemplo: “Somos o maior escritório de advocacia do Brasil.”

Se todos esses aspectos são proibidos, como fazer um bom marketing nas redes sociais para advogados? A resposta pode estar na ponta da língua de especialistas em marketing e redes sociais. 

“Marcar presença nas redes sociais garante que o profissional construa autoridade no mercado em que atua”, é o que afirma Isack Wesller, especialista em Marketing Digital, CEO e fundador da Publiko

De acordo com Isack Wesller, os conteúdos jurídicos nas redes sociais podem atrair muitos clientes, desde que sejam estrategicamente distribuídos no feed do Instagram e stories. 

O profissional de Direito pode se tornar uma referência para o público-alvo devido ao conhecimento transmitido através das plataformas digitais, sem ferir as diretrizes da OAB. 

A partir do momento em que o profissional se torna uma referência com conteúdos altamente ricos em informações consistentes, os próprios seguidores compartilham as postagens, criando uma espécie de propaganda indireta e totalmente orgânica.

O especialista, que já ajudou centenas de profissionais do meio jurídico através da sua empresa Publiko, recomenda aos advogados que queiram se destacar nas redes sociais que sigam um conceito estratégico composto por três pilares, definidos por ele como ESCODI, sigla que representa:

  • “ES”, que faz referência à estratégia de conteúdo (seguindo um calendário diário que deve ser minuciosamente elaborado); 
  • “CO”, relacionado à parte de conteúdo, e;
  • “DI”, que faz referência à distribuição do material de marketing.

Embora cada rede social tenha suas próprias particularidades, existem algumas dicas que podem ser usadas para qualquer uma das redes. 

A primeira recomendação, e uma das mais importantes, é sobre como o conteúdo deve ser oferecido. Mais do que ser relevante, o conteúdo do advogado nas redes sociais deve conter algum diferencial. 

Existem centenas de profissionais que estão na mesma área do Direito, e que podem, perfeitamente, usar ferramentas com conteúdos prontos e de alta qualidade, bastando, para isso, escolher o melhor dentro da estratégia diária de conteúdo. Portanto, o segredo para se destacar é publicar posts de alta qualidade que se sobressaiam. 

É importante lembrar que, segundo as normas da OAB, não é permitido fazer comparações com outros profissionais no Instagram, e nem fazer promessas sobre serviços jurídicos. 

A segunda recomendação é a constância das postagens. Para que a presença digital do profissional jurídico seja concreta, não basta usar um perfil nas redes sociais, é preciso ser ativo e utilizar as ferramentas que a rede social disponibiliza. 

Segundo especialistas, todo profissional que se destaca nas redes sociais possui um cronograma estratégico de postagem, que pode ser feito pela própria pessoa ou com a ajuda de ferramentas que atendem especificamente o marketing jurídico e, além de tudo isso, ajudam o profissional a se destacar e economizar tempo.

“O profissional de Direito não precisa e nem deve fazer dancinhas do TikTok ou mostrar detalhes do seu dia como um influencer. Porém, ele pode manter o foco da profissão em meio de conteúdo estratégico”, é o que pontua Isack Wesller

Ainda que a Ordem dos Advogados do Brasil esteja mais flexível sobre o que pode e o que não deve ser compartilhado no ambiente digital, o marketing jurídico deve ser aplicado com estratégia e cuidado, e atualmente já existem ferramentas que oferecem: estratégia, conteúdo e automatização para as publicações, ajudando profissional de Direito a manter a constância e a qualidade nas redes sociais, ganhando aptidão e economizando tempo, aplicando métodos persuasivos em suas redes sociais em ferir as regras da profissão.

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