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Peças de jogos, garrafas e latas simbólicas, brinquedos e até partes de um carro antigo podem ser recriados através de uma impressora 3D. De acordo com Thiago Meneguette, fundador da Só Ares 3D, localizada em São Caetano do Sul, a flexibilidade de produzir um produto final viabiliza um projeto em várias frentes.

Ele explica que a impressão em 3D funciona em três etapas. Na primeira, batizada de Modelagem 3D, o cliente coloca a ideia, mesmo que no papel ou com referências, e com uso de programas de modelagem e escultura digital, esse projeto é transformado em objetos 3D adequados para a impressão 3D. Na segunda etapa, denominada Fatiamento, são utilizados programas específicos, que convertem o objeto 3D em códigos de movimentos que a impressora entende. Por fim, com o modelo 3D convertido em um arquivo específico, o sistema lê e materializa, linha a linha, o item em terceira dimensão.

“Produzimos aqui uma caixinha, onde será inserida uma placa. Tudo isso vai dentro da parede, e funciona. Antigamente isso era inadmissível, porque o 3D era só visto somente como protótipo e não como produto final”, observa Thiago.

A versatilidade dos tipos de impressão é a chave do negócio. De acordo com a aplicação necessária, são produzidas peças resistentes à água, temperaturas elevadas, flexíveis ou rígidas. Há, ainda, demandas em que uma peça original existe para reposição no mercado, porém esse material é frágil. O especialista explica que “com a criação do objeto, desta vez impresso em 3D, há como reeditá-lo num material específico, cujo objetivo seja um produto final que atenda a real necessidade do cliente”.

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