A nota média de motivação das empresas brasileiras gira em torno de 45, em uma escala que vai de 0 a 100. O resultado está abaixo da média mundial de pontos registrados, de 55, segundo uma pesquisa realizada pela McKinsey. De forma paralela, mais da metade (56%) dos trabalhadores formais estão insatisfeitos com o trabalho, segundo análise do Instituto Locomotiva, com base no comportamento de um contingente de 18,7 milhões de indivíduos.

A desmotivação acende um sinal de alerta para empresas de diversos setores, uma vez que um profissional desmotivado pode ser 125% menos produtivo do que os colegas que se sentem engajados e inspirados, conforme um balanço da consultoria de gestão Bain & Company.

Neste cenário, uma ferramenta WFM (Workforce Management ou gerenciamento de força de trabalho), pode ajudar a aumentar a produtividade de um negócio. É o que afirma Camila Vilas Boas, Consultora de Projetos da SISQUAL WFM.

“Com uma solução de gerenciamento, é possível distribuir os colaboradores de acordo com sua disponibilidade e competências para exercer as demandas do negócio. Com isso, a empresa tem a garantia de que terá sempre o melhor colaborador alocado em cada atividade, o que aumenta a produtividade”, explica.

Segundo a especialista, há áreas específicas em que uma ferramenta de WFM pode atuar para aumentar a produtividade. A começar pelo controle das competências e a verificação das demandas do negócio, fatores que influenciam no dimensionamento de uma equipe produtiva de forma direta.

“Também não podemos deixar de citar a importância da inclusão do colaborador no processo de planejamento da sua escala: quando possibilitamos a flexibilidade de folgas dentro de uma competência, permitimos que o profissional se planeje para estar nos seus melhores dias disponíveis para a empresa e entregue as horas e produtividade que o negócio demanda”, acrescenta. 

WFM evolui e ganha aderência de empresas brasileiras

Camila Vilas Boas conta que o gerenciamento de força de trabalho evoluiu nos últimos anos no campo da automação, de modo a propiciar maior lucratividade nas empresas. Isso porque muitos processos obsoletos que demoravam dias e, até semanas para serem concluídos, passaram a ser automatizados e melhor gerenciados através de ferramentas de WFM.

“A principal evolução se dá na mudança estratégica de atividades de colaboradores, que passam a focar e dispensar maior energia em atividades cruciais e mais lucrativas para a empresa do que em atividades secundárias e braçais”, pontua. “Além disso, conseguimos observar que as tomadas de decisões passam a ser muito mais assertivas e ágeis, diminuindo, assim, os impactos na prestação de serviços e perdas de rentabilidade dos mesmos.”

Para concluir, a consultora de projetos da SISQUAL WFM destaca que, atualmente, o conceito de WFM no Brasil está em evolução: há uma mudança de visão e estratégia das empresas, que estão passando a buscar ferramentas que as auxiliem no melhor dimensionamento das equipes e gerenciamento da força de trabalho.

“As empresas começam a enxergar a importância que ferramentas de WFM entregam em tecnologia, melhorias processuais e ganhos financeiros ao automatizar e gerenciar informações da força de trabalho”, explica.

Para mais informações, basta acessar: www.sisqualwfm.com