Segundo estudos provenientes do Linkedin (https://www.linkedin.com/pulse/86-dos-colaboradores-decidem-se-permanecem-ou-n%C3%A3o-em-uma-/?trk=pulse-article_more-articles_related-content-card) corroborados pelo Sócio da Agência Bossa Nova, Daniel Santos são categóricos: 86% dos novos colaboradores decidem se continuarão na empresa nos primeiros 6 meses. Além disso, uma política de acolhimento e um bom onboarding aumentam em 50% o engajamento, e em 69% a probabilidade de permanência do novo colaborador na empresa, por até 3 anos. 

Dessa forma, evidencia-se o onboarding como uma das prioridades do setor de RH e gestão das empresas, sendo cada vez mais adotado pelas empresas.

Além do acolhimento aos novos colaboradores, outro ponto importante a ser considerado dentro das empresas é o Employee Experience, que nada mais é que a experiência do colaborador.

De acordo com uma pesquisa da The Future Organization, as empresas que investem consistentemente em EX (Employee Experience) possuem cerca de 4,2x mais lucro médio; 2,8x mais receita por colaborador; 40% menos turnover e 24% menos colaboradores (headcount).

Já segundo o estudo “The Employee Experience Index” da IBM, entre os 25% dos colaboradores mais influenciados por uma boa EX, 96% também reportam um alto nível de performance no trabalho, já entre os 25% menos influenciados, 44% tem a intenção de sair de seus empregos atuais.

Em síntese, o acolhimento e a experiência de um colaborador estão trabalhando sempre unilateralmente, pois um processo de acolhimento e integração adequado dá ao colaborador a oportunidade de conhecer a cultura da organização em que está ingressando.

Para o colaborador, o conhecimento do local de trabalho é decisivo para o bom desempenho das atividades profissionais e em contrapartida, a empresa também terá melhores métricas ao fim do mês.