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No dia 6 de novembro teve início a 27ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP 27, em Sharm El Sheikh, no Egito, que visa debater ações contra o aquecimento global. Este evento, que irá até o dia 18 de novembro de 2022, é o maior já realizado sobre o tema das mudanças climáticas.

Na COP27, os países devem definir aspectos relativos à implementação do Acordo de Paris, tratado que rege as medidas de redução de emissão de gases estufa, discutir e reavaliar os compromissos firmados e dar previsibilidade ao financiamento climático.

O objetivo da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCC), da Organizações das Nações Unidas (ONU), é traçar estratégias para limitar o aquecimento global a no máximo 1,5ºC, colocando em prática as ações para cumprir a meta estabelecida em 2015. “Na época, foram definidos planos com o objetivo de reduzir as emissões de gases do efeito estufa para limitar o aumento médio de temperatura global”, salienta Vininha F. Cavalho, editora da Revista Ecotour News & Negócios (www.revistaecotour.news).

O mercado de crédito de carbono tem um papel crucial no combate ao aquecimento climático e será um dos assuntos em pauta na COP 27. O Brasil é um país signatário do Acordo de Paris e, no ano passado, se comprometeu em auxiliar a reduzir 30% das emissões globais de metano até 2030. Um desafio ambicioso, uma vez que o agronegócio brasileiro é a base para a obtenção desse resultado.

“O Brasil é um país que tem grande chance de se colocar como protagonista da COP, afinal, nosso país tem a matéria prima que o mundo está precisando atualmente, que é a energia limpa”, diz Samanta Pineda, que também atuará como mediadora do painel sobre Mercado de Carbono, promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), dentro do espaço da Confederação Nacional da Indústria (CNI), no stand do Brasil, no dia 14, às 10h (horário de Brasília).

Segundo Samanta Pineda, é importante que nessas novas negociações, o Brasil apresente uma agenda climática nacional que esteja conforme a agenda global, independentemente da troca de Governo. “Precisamos discutir uma meta quantificada do financiamento climático e a adoção do plano de ação para a agricultura, nos mecanismos focados em adaptação, compensação e mitigação”, pontua.

A redução das emissões de CO2 é uma das formas mais eficazes de combater as mudanças climáticas e suas consequências. A expectativa é que neste evento haja avanços nos princípios básicos de funcionamento do mercado de carbono, apresentando as definições como estrutura e a governança da entidade que fará o registro dos créditos de carbono a nível global, como se darão as transações entre países e entre entes privados e os mecanismos para resolução de conflitos e padrões de certificação.

“A indústria brasileira é considerada uma das mais interessadas em cumprir sua missão no mundo, quando se fala em sustentabilidade e emissões de gases de efeito estufa (GEE). O setor vem atuando com grande protagonismo para acelerar a implementação de estratégias, programas e tecnologias que contribuem para que o Brasil avance nas metas estabelecidas no Acordo de Paris”, finaliza Vininha F. Carvalho.

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