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Dois anos após a crise de abastecimento energético no Amapá, o Brasil continua a enfrentar fragilidades no abastecimento em diversos estados. Os problemas podem ser  causados pelos períodos de secas e falhas no sistema de abastecimento, como ocorreu em 2020 na Região Norte.

No caso do Amapá, chuvas fortes causaram uma explosão seguida de incêndio que comprometeu os três transformadores da subestação de Macapá, a mais importante do estado. Os moradores enfrentaram dois blecautes totais e 22 dias de rodízio, com turno de seis, quatro e três horas, até que o abastecimento fosse retomado. 

Em entrevista para a BBC, a professora do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (USP), Virginia Parente, explicou que os racionamentos, uma das táticas usadas para evitar apagões e desabastecimentos, podem ser prejudiciais para os funcionários de grandes empresas, pois podem ocasionar demissões. Além de prejudicar a rotina da população que mora na região que será afetada. 

Uma das táticas usadas para resolver temporariamente o problema no estado já é comum para estabelecimentos que não podem ficar sem energia elétrica, como os hospitais: os geradores. 

Movidos a combustível, os geradores são responsáveis por fornecer luz em situações emergenciais. Por exemplo, chuvas intensas, incêndios, desabastecimento, problemas técnicos, falta de manutenção e supervisão podem causar blecautes, apagões ou a necessidade de rodízios. 

“Um dos principais objetivos dos geradores é reduzir o tempo sem luz após um apagão, seja em empresas ou nos ambientes domésticos”, explicou Bruno Teixeira Moreira, diretor comercial da franquia Energ Geradores.  

 

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